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Pernambuco

Comunidade: Algodão do Manso – Município: Frei Miguelinho

Localização:

 



Dados do Município – Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil - PNUD
                    

  • Distância à capital: 114,2 Km
  • População total (situação 2000): 12.978
  • População rural (situação 2000): 10.614
  • Nível de educação da população jovem
      

Faixa etária (anos)

Taxa de analfabetismo (situação 2000)

% frequentando a escola (situação 2000)

7 a 14

25,4

88,5

10 a 14

13,0

86,5

15 a 17

9,6

63,9

18 a 24

18,0

-

Taxa de analfabetismo da população adulta (situação 2000): 48,8

            Indicador de pobreza – Proporção de Pobres ( % situação 2000): 63,9 *
            * medido pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capta inferior  a R$ 75,50, equivalente à metade do salário mínimo vigente em agosto de 2000)
                       
            Desenvolvimento Humano – Situação em 2000

                        Índice de Desenvolvimento Humano Municipal – 0,610
                        Classificação do PNUD: médio desenvolvimento humano
                        Em relação aos outros municípios do Brasil: situação ruim
                        Em relação aos outros municípios do estado: situação intermediária

Dados da comunidade:

Nome da Associação Comunitária: Associação dos Pequenos Produtores de Algodão do Manso.
Nº de famílias: 100
Infra-estrutura existente: Possui rede de energia elétrica e açude e barreiro para abastecimento de água.
Equipamentos e serviços comunitários existentes: Possui 1 posto de saúde, escola até 4ª série, 2 telefones públicos e transporte coletivo alternativo.
Outras informações: Comunidade rural

A história da comunidade se iniciou com uma fazenda chamada Manso, que pertencia a um coronel que dominava a região. Lá se plantava algodão brabo. Um certo viajante (tropeiro) se hospeda na beira do riacho da Panela e constrói as primeiras casas. Aos poucos, a região passa a ser habitada, formando a comunidade que, por conta da fazenda se chamou Algodão do Manso.
Desde lá, ocorreram vários acontecimentos, como a construção da Igreja, da escola, de um açude, o calçamento, reforma do poço artesiano, a instalação de telefone público e telefones residenciais, e uma televisão pública. As principais dificuldades, ainda existentes, são a seca, a falta de emprego, a falta de terras para plantar, transporte, água encanada, saúde, educação e saneamento básico.
A comunidade tem como tradição a “Festa de Santa Teresinha” e as “Novenas de maio”.

Atuação do COEP:

A comunidade é recém-ingressa ao Programa Comunidades COEP.
O COEP atua com ações voltadas para a produção comercial do algodão (cultivo e beneficiamento).
A comunidade também está sendo beneficiada com ações do Projeto Universidades Cidadãs (diagnóstico de demandas e capacitações).

 

 
 
 
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